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Só realiza prejuízo com bitcoin e outras criptomoedas quem vende!

Atualizado: 16 de set. de 2023



Essa expressão "Só realiza prejuízo quem vende", escutei pela primeira vez de um amigo. Amigo esse do mercado. Empreendedor da área de tecnologia e o qual respeito muito o conhecimento. Fica a homenagem para o meu amigo Rocelo Lopes. Figura histórica do mercado cripto e um dos responsáveis por eu estar aqui escrevendo para vocês.


Mas vamos a afirmação "Só realiza prejuízo quem vende?" é um jargão do mercado financeiro, sendo frequentemente utilizado pelos holders quando os ativos estão em baixa. No entanto, sua veracidade é questionável, e é importante analisá-la de forma mais profunda.


Do ponto de vista contábil, realmente, o prejuízo só é oficializado quando o ativo é realizado, ou seja, quando ocorre uma alienação. Para a Receita Federal, o prejuízo é reconhecido quando há uma alienação de ativos por um valor inferior ao custo de aquisição registrado. Desse modo, o controle rigoroso do custo de aquisição e o acompanhamento do preço médio são essenciais para a correta declaração e apuração dos resultados.


Entretanto, os investidores não costumam utilizar essa frase nesse contexto contábil. A realização do prejuízo implica em assumir uma posição de perda, o que pode ser difícil para alguns investidores.


Então, ao olhar para o sentido que as pessoas atribuíram a essa frase, será que esse pensamento de "só realiza prejuízo quem vende" é real?


Essa frase pode servir como uma maneira de criar conforto e contornar o "problema" de estar com prejuízo. Por exemplo, para muitos, quando há a valorização, você teve lucro, mas na desvalorização, você não perdeu dinheiro pois não vendeu.


Outro ponto, é que essa afirmação pode levar a um viés de ancoragem, prejudicando a tomada de decisão consciente, no qual o investidor fica ancorado no seu preço médio.


Uma abordagem mais objetiva requer analisar o ativo sem se basear no seu preço médio atual. O valor do ativo é o que está na tela, e a decisão de compra ou venda deve ser baseada em análises criteriosas, levando em conta o cenário atual e as perspectivas futuras.


Mas vamos ser positivos também, eu sou maximalista, eu de fato tenho essa crença. Minha aposta é sempre no bitcoin, e de fato acredito que em se tratando de bitcoin, realizar prejuizos é uma questão de opção ou na pior das hipóteses, o desespero de alguém que entrou com algo que não podia aguardar melhores momentos, que certamente (eu acredito) virão!


Mas lógico, nem todos são maximalistas, e as altcoins e afins estão aí para nos mostrar outras perspectivas de análise. Análise essa que é o viés de aversão à perda, no qual o investidor pode resistir em realizar um prejuízo, evitando assim admitir que houve um erro na decisão.


No entanto, não vender um ativo em prejuízo não altera o fato de que o investidor já perdeu dinheiro em sua posição atual. A aceitação da perda faz parte do jogo do mercado financeiro e pode ser uma oportunidade de aprendizado para aprimorar as estratégias futuras.


Em resumo, o mercado cripto é complexo, e não há uma resposta única para lidar com prejuízos ou decisões de venda.


Cada situação requer uma análise cuidadosa e objetiva, adequada ao perfil de cada investidor. A busca pelo conhecimento, a diversificação dos investimentos e a capacidade de lidar emocionalmente com as oscilações do mercado são fundamentais para uma jornada financeira bem-sucedida.


E para você, como bitcoiner, acredita nesse pensamento? Só perde dinheiro quem vende?


Lembre-se, o objetivo não é evitar impostos, mas garantir que você não esteja pagando mais do que o devido e nem está deixando de aproveitar todos os benefícios possíveis. Com uma gestão fiscal eficiente, você pode acelerar o seu caminho para a riqueza! Conhecimento é seu maior PATRIMÔNIO!!!


* Este artigo foi escrito por Ana Paula Rabello em co-autoria comGabriel Rother Candido




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